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Câncer de próstata: novos tratamentos dão maior sobrevida ao paciente em caso de metástase

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20/06/2019

 

Novos estudos indicam que dois tratamentos recém-testados para câncer de próstata metastático — quando a doença já se espalhou para outro órgão — conseguem aumentar o tempo de vida desses pacientes. Trata-se de duas substâncias, cada uma investigada por uma equipe de pesquisadores diferente: a apalutamida e a enzalutamida. A primeira foi capaz de reduzir em 33% o risco de morte, em relação aos homens que seguiram a terapia-padrão, e a segunda fez com que 80% dos pacientes estivessem vivos após três anos de estudo, em comparação com 72% dos que receberam outros medicamentos.

Em ambas pesquisas, o remédio foi dado aos voluntários de forma associada à chamada terapia de privação androgênica (ADT, do inglês a ndrogen deprivation therapy ), que bloqueia a testosterona e, por si só, contribui para desacelerar o avanço do câncer.

Depois que já gerou metástase, o câncer de próstata não tem cura. Mas, sendo um tumor sensível a hormônios, pode ter sua evolução freada com esse tipo de terapia hormonal, já feita há décadas. O desafio que os cientistas enfrentam agora é descobrir um meio — ou mais de um — de aumentar o poder dessas terapias, para que sua eficácia chegue a um número maior de pacientes, em especial os de estágios muito avançados da doença.

Os dois estudos foram apresentados na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), realizada no início de junho em Chicago, nos EUA. O congresso é o maior do mundo na área.


Principal autor da pesquisa sobre a apalutamida, o oncologista Kim Chi, diretor-associado de pesquisa clínica no Centro de Próstata de Vancouver, no Canadá, explicou que fez comparação entre a resposta de pacientes tratados com ADT combinada com apalutamida, e com ADT sozinha.

Segundo ele, todos os subgrupos de pacientes com metástase analisados tiveram aumento de sobrevida livre de progressão da doença e de sobrevida global, sejam homens com pequeno volume de câncer ou com grande volume. Participaram da pesquisa mais de mil pacientes, com média de idade de 68 anos.

Fonte: O Globo

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